Empreendendorismo feminino - 4 cases incríveis - DELTA | Cultura online

Empreendendorismo feminino - 4 cases incríveis

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19 de Novembro, é o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. As mulheres correspondem a pouco mais da metade da população brasileira e, de uns anos para cá, passaram a conquistar cargos de liderança, chefiar a casa e ousar no negócio próprio. De acordo com o levantamento Global Entrepreneurship Monitor 2017, 54% dos novos negócios abertos naquele ano foram fundados por mulheres.

Se as dificuldades e desigualdades são muitas no mercado de trabalho, no que tange a força de vontade para empreender revela que a presença feminina será cada vez maior. Na Markable, conhecemos quatro histórias incríveis de mulheres que se desafiaram e conquistaram, no franchising, posições de destaque.

Se idade é problema para alguns, para a Vó Sônia, como é carinhosamente conhecida, os 72 anos não pesaram quando precisou colocar, literalmente, a mão na massa. Em 2009, junto dos filhos, fundou aCasa de Bolos, pioneira no segmento de bolos caseiros. Desde 2011 no franchising, a rede tem hoje mais de 320 unidades pelo Brasil e faturou R$ 182 mi em 2017.

Por sua vez, a carioca Regina Jordão contrariou amigos e familiares e apostou num negócio que, a princípio, não parecia ser boa ideia: um instituto de depilação a cera na Cidade Maravilhosa. Maluquice aos olhos de uns, Regina fundou a rede Pello Menos e provou que, mesmo na correria, muita mulher arranja um tempinho para cuidar de si. Não é a toa que o negócio que começou com investimento de R$ 40 mil em 1996 alcançou um faturamento de R$ 45 mi em 2017.

E enquanto umas começam despretensiosamente, outras já vislumbram o mundo aos seus pés. Foi pensando em conquistar todo Brasil e outros países da América e Europa, que a jovem do interior de São Paulo, Camila Miglhorini, criou a Mr. Fit, uma rede de fast food saudável. Com pratos que chegam a custar menos de R$ 20,00, é uma ótima opção para quem está de olho na saúde e no bolso. Há três anos no mercado, faturou R$ 40 mi no ano passado.

Enquanto isso, na capital paulista, Sylvia Helena de Moraes Barros levava a The Kids Club para o restante do Brasil. Em 1994, atrás de um método eficaz que ensinasse o inglês para crianças a partir de dois anos, Sylvia descobriu a rede de franquias na Inglaterra e a trouxe para o País. Em 2017, faturou R$ 12 mi, revelando o enorme potencial do segmento de educação de línguas.


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