Dia que durou 21 anos - DELTA | Cultura online

Dia que durou 21 anos

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Óh, caros leitores, após duas horas seguidas lendo os textos disponibilizados na plataforma do meu colégio, venho tirar uma folga e desabafar com vocês. Projeto que me dará muita dor de cabeça, rememorará os 50 anos do golpe militar brasileiro e eu sou uma das líderes dos grupos. Além de ler (os 10 textos nada pequenos), analisar as imagens, assistir os outros dois documentários, sem contar com os vídeos e as musicas (momento parêntese para homenagear dois grandes que gosto muito, Chico Buarque e Caetano Veloso); preciso ainda fazer uma leitura minuciosa, já pensando no caso de o grupo não ter lido ou, como de praxe, ter lido alguns. Eu então, durante essa pausa, tarei o melhor conteúdo que achei sobre a ditadura e, junto à vocês, concluiremos com um "jornalismo investigativo" que é a abordagem do meu grupo. Preparados? Primeiramente, o jornalismo investigativo será desta forma: "Dá-se o nome de Jornalismo Investigativo (ou de Investigação) à prática de reportagem especializada em desvendar mistérios e fatos ocultos do conhecimento público, especialmente crimes e casos de corrupção, que podem eventualmente virar notícia." contendo: -A investigação minuciosa dos fatos, pelo tempo que for necessário, até elucidar todos os meandros, possíveis ângulos, pontos de vista e personagens envolvidos em determinado assunto; -A disponibilidade de recursos específicos: tempo, dinheiro, paciência, talento e sorte; -A precisão das informações (o jornalismo investigativo é também conhecido como jornalismo de precisão), implicando a exatidão dos termos utilizados, e a ausência de distorções ou citações fora de contexto. Isso é o que tem-se na internet. Até onde sei, o projeto criará um furo fictício, do qual só iremos saber no mesmo dia que teremos de criar a notícia. Quando eu souber melhor, digo à vocês todos os detalhes. vídeo:

Dá-se o nome de Jornalismo Investigativo, à prática de reportagem especializada em desvendar mistérios e fatos ocultos do conhecimento público, especialmente crimes e casos de corrupção que podem eventualmente virar notícia. O jargão jornalístico para notícias publicadas em primeira mão é “furo”(quando uma equipe de repórteres e editores consegue apurar uma notícia, um fato ou um dado qualquer e publica esta informação sem que os veículos concorrentes tenham acesso a ela), que é muitas vezes fruto do trabalho do jornalismo investigativo.
O Jornalismo Investigativo distingue-se por divulgar informações sobre más condutas que afetam o interesse público, reconstruir acontecimentos importantes, expor injustiças, desmascarar fraudes, divulgar o que os poderes públicos querem ocultar e mostrar como funcionam esses órgãos públicos. Essas denúncias resultam do trabalho dos repórteres, e não de informações vazadas para as redações. E não se pode esquecer que o jornalismo investigativo normalmente é realizado por um repórter que trabalha sozinho. O profissional deixa a sua rotina diária para trabalhar em apenas uma matéria. É como se fosse uma “profissão perigo” temporária, claro, é necessário que ele próprio seja o editor, para evitar cortes de trechos importantes de sua matéria.
Outro fator muito importante para o jornalismo investigativo são as fontes: uma pessoa, as informações públicas, os relatórios públicos, etc. Essas fontes podem também ser oficiais, regulares, ocasionais ou acidentais, documentação originais e secundárias, arquivos oficiais e privados. O repórter jamais pode desprezar qualquer tipo de fonte, principalmente no jornalismo investigativo. E as novas tecnologias tem sido essencial para este tipo de trabalho. A internet, por exemplo, é um meio prático para ter acesso às contas das instituições públicas. E, como dito antes, não se deve desprezar nenhum tipo de fonte.


Enfim, caros leitores, voltando ao assunto que deu o título a este post, para quem quer se informar sobre o período pós 64, lá vai:
Primeiramente os documentários, assisti dois então indicarei somente os que assisti (um é difícil de achar na internet então postarei já o link dele completo online) 
Rede condor -tem completo no youtube-.
O dia que durou 21 anos. Clicar no link para assistir. 
Os textos, o grupo de professores que nos acompanha, disponibilizou 10, mas antes, peço encarecidamente que pesquise sobre o que foi a ditadura, para ter um melhor entendimento dos textos. 
Este fala sobre a elite por trás do porquê os militares aplicaram o golpe.

 Os dez motivos de não apoiarmos a ditadura:

1. Tortura e ausência de direitos humanos2. Censura e ataque à imprensa3. Amazônia e índios sob risco 4. Baixa representação política e sindical5. Saúde pública fragilizada6. Linha dura na educação 7. Corrupção e falta de transparência 8. Nordeste mais pobre e migração9. Desigualdade
10. Precarização do trabalho



Alguns autores relevantes:
Livro saber cuidar de Leonardo Boff
Utopia contra a exclusão - André Augusto Catro
A questão da neutralidade - Gilberto Cotrim
Altermundialismo - Revista Muito





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